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	<title>Partos &#8211; EloLife</title>
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		<title>Partos chegam a custar R$ 32 mil e planos não cobrem gastos</title>
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		<pubDate>Thu, 14 Jun 2018 14:55:07 +0000</pubDate>
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			<h4 class="article-subtitle">Médicos credenciados em planos de saúde cobram, por fora, até 32 mil reais pelo parto, enquanto reembolso é baixo e demora para ser liberado.</h4>
<p>Grávida do terceiro filho, a administradora Karina Ramos, 33 anos, fez o pré-natal com a mesma médica que realizou o parto das duas primeiras filhas.</p>
<p>Ela ficou desempregada no sexto mês de gestação e, com o orçamento apertado, perguntou à médica se ela cobraria para realizar o parto. “Fiquei surpresa quando ela disse que há dois anos já não realizava partos pelo plano de saúde, e que cobraria 5 mil reais pela cesárea.”</p>
<p>Questionada por Karina sobre a possibilidade de reembolso do plano de saúde, a obstetra disse ainda que cobraria mais 500 reais para cobrir impostos que passariam a incidir com o pedido de restituição das despesas.</p>
<p>Karina não está sozinha. Outras gestantes ouvidas relatam um problema que parece ser cada vez mais recorrente: a dificuldade de encontrar médicos que realizem o parto pelo plano e de obter reembolsos que cubram uma parcela significativa do valor cobrado particularmente nos partos.</p>
<p>A cineasta Mariana Arantes, de 43 anos, é cliente da Amil e passou apuros para encontrar, entre os mais de dez obstetras credenciados no plano, algum que realizasse o parto sem cobranças avulsas. “Eu fui na Amil para ver se eles me indicariam um médico que faria o parto pelo plano, mas eles não fizeram nada.”</p>
<p>Depois de muita insistência, Mariana encontrou uma médica que disse que realizava o procedimento pela Amil. “Iniciei o pré-natal com ela no terceiro mês da gravidez e, só no sétimo mês, ela falou que eu teria de pagar 32 mil reais pelos honorários dela e de sua equipe. A Amil disse que só reembolsaria 1.800 reais, e depois da contestação do valor, aumentou o reembolso para 2.600 reais.”</p>
<p>Por considerar o valor abusivo, Mariana resolveu buscar o obstetra que fez o parto das suas duas primeiras filhas. “Eu não tinha falado com ele antes porque ele não é credenciado pela Amil, mas depois que eu vi que todos os médicos cobrariam valores à parte, resolvi fazer o parto com ele, que cobrou 6 mil reais pela cesárea.”</p>
<p>Procurada, a Amil informou por meio de nota, que os planos hospitalares com obstetrícia incluem a cobertura integral de procedimentos relacionados ao parto e ao pré-natal, conforme previsão contratual. E, caso a gestante opte por equipe particular, o reembolso é efetuado conforme definido em contrato.</p>
<p><cite class="citacao">“Iniciei o pré-natal com ela no terceiro mês da gravidez e, só no sétimo mês, ela falou que eu teria de pagar 32 mil reais pelos honorários dela e de sua equipe” <span class="autor">Cláudia Aquino (nome fictício), obstetra.</span></cite></p>
<h4>Médicos reclamam da baixa remuneração</h4>
<p>O baixo honorário pago pelos planos de saúde é o principal argumento dos médicos que se recusam a realizar partos pelo convênio. Foi essa a justificativa que ouviu a coordenadora de atendimento Cleide de Almeida Rosa Salconi, 33 anos.</p>
<p>Cleide enfrentou problemas para realizar o parto pelo convênio da SulAmérica. Na sua segunda gravidez, foi a quatro médicos credenciados pelo plano: todos realizavam o parto apenas de forma particular e cobravam até 10 mil reais pelo procedimento.</p>
<p>Um dos médicos alegou que o baixo valor pago pelo convênio o impedia de fazer o parto pelo plano de saúde. “Ele me mostrou um comprovante de pagamento de 800 reais que recebeu da operadora para realizar um parto. Realmente, achei pouco”.</p>
<p>A obstetra Cláudia Aquino, 40 anos, conta que recebe mil reais por parto do plano de saúde que atende, enquanto o seu assistente recebe 300 reais e o anestesista 750 reais. Os valores são válidos para um plano de saúde com apartamento. Em planos com enfermaria, ela diz que o valor cai pela metade. “Não consigo dar a assistência necessária por esse valor.”</p>
<p>Ainda assim, Cláudia não se descredencia do plano de saúde porque se o fizesse teria um volume muito menor de pacientes. “Tenho contas a pagar. Não posso atender apenas clientes particulares.” A obstetra ressalta, contudo, que deixa claro que não faz o parto pelo plano logo na primeira consulta. “Dessa forma eu não enrolo ninguém e a pessoa pode se planejar.”</p>
<p>Questionada sobre a reclamação de que os honorários pagos pelos planos são baixos, a Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde), entidade que representa algumas das maiores operadoras de planos de saúde do país, como Amil e SulAmérica, respondeu por e-mail que não tem interferência sobre valores negociados entre suas associadas e prestadores de serviços.</p>
<h4>Faltam obstetras</h4>
<p>César Eduardo Fernandes, presidente da Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo), afirma que a remuneração oferecida pelos planos, considerada baixa pelos médicos, assim como as pressões sofridas por obstetras, que são considerados os principais culpados pelos altos custos dos partos, têm levado jovens a perder o interesse pela carreira de obstetra.</p>
<p>Fernandes é professor e costuma perguntar aos médicos recém-formados se eles seguirão a especialidade de obstetrícia após formados. “Eles dizem que não, pois, depois de estudar mais de dez anos para se formar, não querem enfrentar um cenário inóspito.”</p>
<p>Ele acrescenta que o obstetra é pressionado por todos os lados: “As doulas [acompanhantes de partos com ou sem registro médico que incentivam o parto normal] querem matá-lo, as operadoras de planos de saúde não o reconhecem e o governo também não os valoriza. Eles não veem nenhum atrativo na profissão”.</p>
<p>Essa perda de interesse leva a um círculo vicioso, que tende a agravar a dificuldade das gestantes de encontrar médicos que façam o parto com a cobertura do plano de saúde.</p>

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			<p><strong>Partos caros, reembolsos baixos<br />
</strong></p>
<p>Gestantes reclamam que os valores cobrados pelo parto estão muito distantes do reembolso oferecido pelo plano de saúde. Além disso, ainda enfrentam um processo burocrático e demorado para receber a restituição de parte valor.</p>
<p>A ginecologista da bancária Daniela Saad, 29 anos, cobrou 9 mil reais pelo parto de sua filha. Ela não aceitou pagar o valor após verificar que o plano reembolsava apenas 5 mil reais. “Teria de dar 4 mil reais do meu bolso, sem contar os gastos que teria com os exames que o convênio não cobre, a certidão de nascimento, entre outras despesas.”</p>
<p>Quatro meses depois do nascimento do seu filho, a administradora Karina Ramos ainda aguarda o reembolso do plano de saúde. “É um processo muito burocrático. Precisei enviar vários documentos para o plano de saúde”.</p>
<p>A administradora Gláucia Matos, 33 anos, também conta que não recebeu o reembolso do parto pela SulAmérica, mesmo depois de seis meses do nascimento de sua filha.</p>
<p>Procurada, a SulAmérica esclareceu, em nota, que a política de reembolso aplicada aos seus planos está em conformidade com as normas contratuais e segue regras estabelecidas pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), entidade que regula o setor.</p>
<p>A FenaSaúde se defende dizendo que os critérios para o reembolso são conhecidos pelo usuário do plano desde o início do relacionamento com a operadora, já que estão listados em contrato. “O consumidor, no momento da aquisição do plano, pode escolher entre diferentes opções de reembolso”, afirmou a entidade.</p>
<p><strong>Quando o valor é abusivo?</strong></p>
<p>Questionado se os valores cobrados pelos médicos de forma particular são abusivos, Fernandes, presidente da Febrasgo, diz que a recomendação geral é que cada médico pratique valores compatíveis com a renda da população que ele atende, o hospital que ele trabalha e seu nível de formação.</p>
<p>“Se o médico atende no bairro dos Jardins, em São Paulo, ele pode cobrar um valor mais alto, compatível com a renda dos pacientes da região. Agora, os médicos não devem perder a noção e cobrar um valor de 32 mil reais na região de Paraisópolis, onde 2 mil reais já seria um valor muito alto”, conclui Fernandes.</p>
<p>A despeito de algumas pessoas defenderem que o médico deve ter uma função social e cobrar valores mais baixos por prestar serviços que dizem respeito à saúde e à vida de uma pessoa, Fernandes argumenta que eles não têm prerrogativas diferentes de outros profissionais e não desfrutam de descontos e condições especiais em pagamentos de bens e serviços.</p>
<p>Portanto, assim como um advogado ou um arquiteto, eles têm a liberdade de cobrar os valores que quiserem, sobretudo ao considerar os serviços prestados no âmbito da medicina privada.</p>
<p>O presidente da Febrasgo diz ainda que a gestante tem sempre a opção de realizar partos com plantonistas dos hospitais credenciados pelo plano de saúde. “Criou-se uma cultura de que o parto precisa ser feito com o médico que fez o pré-natal. No entanto, existem excelentes plantonistas nas maternidades.”</p>
<p>Ainda que a recomendação faça sentido, gestantes defendem que não é nada fácil confiar um dos momentos mais importantes de suas vidas a um médico desconhecido.</p>
<p>Por essa razão, mesmo deparando-se com cobrança de valores altos, a administradora Cleide não quis fazer seu parto com o plantonista do hospital. “Não sei quem estará no plantão. Tenho a impressão de que são médicos mais jovens, que estão fazendo residência.”</p>
<p>A bancária Daniela também preferiu pagar o parto a realizar o procedimento com o plantonista. “Eu queria alguém que tivesse me acompanhado ao longo da gestação.”</p>
<p><cite class="citacao">“Criou-se uma cultura de que o parto precisa ser feito com o médico que fez o pré-natal. No entanto, existem excelentes plantonistas nas maternidades” <span class="autor">César Eduardo Fernandes, presidente da Febrasgo.</span></cite></p>
<p><strong>Cobrar por fora é uma prática legal?<br />
</strong></p>
<p>Ao serem confrontadas com informação de que, mesmo credenciados como obstetras no plano de saúde, médicos cobram o valor do parto por fora, a FenaSaúde e a ANS dizem que a prática pode ser considerada uma infração. Porém, é preciso verificar se o médico está, por contrato, obrigado a realizar o parto pelo plano de saúde.</p>
<p>A FenaSaúde afirma, em nota, que beneficiárias de planos de saúde hospitalares com obstetrícia que já cumpriram o período de carência têm direito à realização de parto na rede credenciada de seu plano de saúde, sem pagar qualquer valor extra. Portanto, cobranças avulsas devem ser denunciadas à operadora.</p>
<p>Martha Oliveira, diretora de desenvolvimento setorial da ANS, explica que se um médico tem um contrato com a operadora para fazer tanto a consulta, quanto o parto, e cobra o procedimento por fora a prática pode ser vista como quebra na relação contratual. “A operadora pode até descredenciá-lo por isso.”</p>
<p>A obstetra Cláudia Aquino diz que entende que a cobrança avulsa não é o mais correto a se fazer. Mas, mesmo assim, não considera deixar o plano de saúde. “Sei que estou correndo risco de alguma das minhas pacientes me denunciar, mas prefiro dar essa opção a elas a deixar de atendê-las.”</p>

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			<p><strong>Reclamações</strong></p>
<p>A FenaSaúde aconselha que, antes de fazer qualquer reclamação, as gestantes se certifiquem de que o hospital e o médico são credenciados pela operadora para realizar o parto. “O contrato entre a operadora e o prestador de serviço pode não contemplar alguns procedimentos, mesmo que o médico esteja habilitado a realizá-los”.</p>
<p>Fernandes, da Febrasgo, diz que os contratos com operadoras geralmente não obrigam o médico a prestar assistência à gestante para o parto. “O problema é o que o plano não diz isso com clareza.” Para ele, as operadoras deveriam deixar a informação mais explicita, seja no seu site ou nos contratos, para que fosse possível checar facilmente se o médico, apesar de credenciado como obstetra, não realiza o parto.</p>
<p>A falta de clareza também é motivo de reclamação entre as gestantes, como destaca a bancária Acácia (que não quis revelar o sobrenome), 26 anos. “A médica que fez meu pré-natal avisou que cobraria o parto por fora só depois. Ela é credenciada, mas não havia no plano nada que indicasse que ela não faria o parto.”</p>
<p>Caso o médico esteja desobrigado contratualmente a realizar o parto pelo plano, o presidente da Febrasgo acredita que o profissional deve deixar isso claro ao paciente logo na primeira consulta. “Se ele deixa de fazer isso no primeiro contato com a paciente, não tem nosso endosso.”</p>
<p>Se a gestante não encontrar um médico credenciado que realize o parto pelo plano, ela deve contatar a operadora de saúde, que é obrigada a oferecer um médico para realizar procedimento, segundo Martha, da ANS. “Se não houver nenhum médico que cubra o parto na região da gestante, a operadora pode ser multada e é obrigada a reembolsar integralmente o valor do parto cobrado particularmente.”</p>
<p>Contudo, se a operadora comprovar que indicou um médico à gestante, ela não será penalizada. “Sabemos que a gestante confia mais no médico que acompanhou seu pré-natal, mas se ele não fizer o parto pelo plano e a operadora indicar um outro que faça, ela não terá o direito de reclamar perante à ANS”, diz Martha.</p>

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			<p style="text-align: left;">Fonte: <a href="https://exame.abril.com.br/seu-dinheiro/partos-chegam-a-custar-r-32-mil-e-planos-nao-cobrem-gastos/">Exame</a>.</p>

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